Assoc Pais Escola Parque Nações junta-se aos Fantásticos

28 Feb 2018

A Presidente, Drª Mariana Barardo, acredita que não há desculpa para não participar no HighSpirit.

 highspirit – O que despoletou o seu interesse no trabalho da Associação de Pais?

Mariana Barardo – O meu interesse em entrar para a Associação de Pais prendeu-se essencialmente pelas inúmeras dificuldades e desafios que esta escola tinha desde o primeiro momento em que entrei aqui como mãe de uma criança. Antes de pertencer à Associação de Pais já tinha identificado uma série de acções que deveríamos fazer e depois porque todos viram que eu era um bocadinho proactiva, fui convidada através de uma mãe da mesma turma do meu filho a fazer parte da associação, o que aceitei de imediato. Acho que com o empenho que estes órgãos sociais têm tido desde o primeiro momento, pois conseguimos reunir uma equipa fabulosa em que estão todos empenhadíssimos em encontrar soluções, mais cedo ou mais tarde os problemas existentes vão resolver-se. Tem sido, diariamente, um desafio.

 

HS – Qual é o trabalho que a Associação de Pais desenvolve e qual a sua missão?

MB A missão é conciliadora: tentar unir a comunidade de pais. Tentamos, de alguma forma, proporcionar uma comunicação muito aberta e todas as acções que temos feito são dadas a conhecer aos nossos associados e não só. Temos tido o cuidado de dar ponto por ponto, até criámos uma newsletter para o efeito, e essencialmente, queremos unir a comunidade em torno da escola e trazer os pais à escola, que é muito importante. Acreditamos que com o nosso empenho e dedicação vamos conseguir.

 

HS – Os pais têm-se mostrado mais activos e impelidos a participar?

MB Sim. Tivemos uma prova de fogo, que foi a primeira festa de Natal e não sabíamos como ia ser a adesão. Foi extraordinariamente positivo, os pais aderiram em massa. Foi uma festa agradabilíssima, conseguimos ter os pais unidos. Foi excelente termos visto que a adesão foi muito superior à que estávamos à espera e não contávamos com isso porque muitas vezes os pais entram e saem, não falam, não nos conseguimos reunir… não é fácil, as vidas são muito complicadas e hoje em dia é uma agitação imensa. Mas foi muito agradável perceber que os pais estão cada vez mais atentos e temos recebido muitos emails sobre isso. A Associação de Pais deve ser o ponto de contacto entre pais e escola, devemos fazer essa ponte e triar as questões e levá-las à mesa de trabalho com a direcção do agrupamento, por exemplo, e é o que nós temos feito. Temos o cuidado de perceber o que é necessário e o que se pode fazer.

 

HS – Que trabalho é que a associação tem desenvolvido no sentido de juntar os pais em torno das crianças e da sua escola?

MB Tentamos, desde o início, em reunião com a direcção, fazer ver que a nossa preocupação passa, exactamente, por unir esta comunidade. É importante que os pais entrem na escola e que façam parte dos projectos, logicamente de uma forma pensada e estruturada, que se vão desenvolvendo para as crianças.

 

HS – É preciso que os pais dispensem um bocadinho mais de tempo?

MB Era essencial que os pais tomassem consciência de que a escola é o local onde os seus filhos estão a maior parte do tempo e é preciso perceber aquilo que aqui se passa. Não se pode delegar isso apenas na Associação, porque se não tivermos os pais unidos e informados, não é possível dar a conhecer à direcção o que os pais pensam. Não podem ser só conversas de corredor, temos que nos unir. Os pais sabem que têm de vir à escola e que é fundamental perceber o que se passa na escola dos seus próprios filhos.

 

HS – Quais as grandes aspirações da Associação para o futuro?

MB – Em Abril, quando houver uma renovação dos nossos órgãos sociais, gostávamos que houvesse uma continuidade do nosso trabalho e que nunca deixassem de acreditar que é possível. É um trabalho difícil, muito mais do que o que estávamos inicialmente à espera, mas desejaríamos que os problemas se resolvessem com a construção da segunda fase desta escola porque provavelmente a maioria dos problemas desapareceriam. Sempre em prol do bem-estar das crianças, do seu conforto. É continuar a lutar pelos direitos das crianças e tentar que os pais venham à escola e se envolvam.

 

HS – Como é que a associação vê um projecto como o highspirit?

MB Quando me contactaram, fiquei siderada porque acho que é muito mais do que proporcionar actividades ao ar livre, desportivas, com a família. É criar memórias, é unir uma comunidade, uma freguesia e não só. Embora seja um projecto piloto, tem um enorme potencial para se estender na cidade, se não mais. Achei fenomenal até porque nós, Parque das Nações, temos aqui uma mais valia. A freguesia conseguir ter alguém que dinamiza um projecto com esta envergadura e com estes princípios é fundamental para nós, porque conseguimos proporcionar actividades físicas fora da escola. O projecto, por si só, é extremamente interessante. Nós, como Associação, não poderíamos deixar de o apoiar, no que pudermos e temos pena de não conseguir apoiar ainda mais, porque isto faz todo o sentido, em qualquer parte da cidade e até do país. É de louvar que haja alguém que tenha tido a iniciativa e que esteja a levar a bom porto este projecto.

 

HS – Que convite deixaria para que pais e crianças conheçam este projecto?

MB Participem! Inscrevam-se e estejam atentos ao site, pois estão sempre a aparecer novidades por lá. Mas participem, porque não vai haver desculpa para não participar. São imensos horários, é para todas as idades, tem inúmeras actividades, é gratuito e na sua freguesia… o que está à espera? É criar memórias, dentro da sua freguesia, dentro do sítio onde mora. Só não vai quem não quer, porque não há desculpa. É de aderir, já!

 

HS – Qual é o seu highspirit?

MB O meu highspirit é tentar acreditar e ver que é possível fazer, que não devemos desistir por mais difícil que o caminho possa parecer. Desde que acreditemos que aquilo é possível e vejamos que faz sentido para nós. É acreditar e estar na vida de uma forma mais positiva possível, porque andar cá sem lutar pelos nossos sonhos e pelos nossos interesses, não fazia sentido.

 

HS – Porque é que somos por todos?

MB Entrar na Associação e não ser por todas estas crianças, não fazia sentido ser Associação. Estamos aqui para defender os interesses das crianças, lutar pelos seus direitos e chamar os pais à escola o mais possível. E devemos sê-lo de uma forma desprendida, sem esperar algo em retorno e isso é que dá prazer. Ter o coração aberto e dar é a melhor coisa que podemos fazer na vida.

 

 

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